17 de setembro de 2014

Ônibus-anfíbio navega no trecho urbano do Rio Tietê

Compartilhe

Iniciativa quer chamar atenção para uso de rios como opção de transporte.

Ônibus atualmente é usado para passeios turísticos no RJ.

 

Um ônibus adaptado para trafegar no asfalto ou na água navegou na manhã desta quarta-feira (17) pelo Rio Tietê, no trecho urbano indo do Cebolão até a Zona Norte. O ônibus-anfíbio estava com os 26 lugares ocupados, como mostrou o Bom Dia São Paulo.

 

A iniciativa, que faz parte do projeto Por Uma Cidade Navegável, pretende chamar a atenção para a possibilidade de São Paulo utilizar seus rios como opção de transporte e os benefícios da recuperação dos rios urbanos.

 

Durante a viagem, uma moradora de São Paulo que na infância chegou a nadar no rio estava emocionada. “No meu tempo era muito limpo. Dava até para beber água. Eu aprendi a nadar”, contou Marlene.

Atualmente, o ônibus, que foi desenvolvido no Brasil, é utilizado em passeio turístico pela Urca, orla de Copacabana, Aterro do Flamengo e Marina da Glória, no Rio de Janeiro. Ele segue as normas de segurança marítimas e terrestres, brasileiras e internacionais.

ASSISTA O VÍDEO

 

Fonte: G1

Palmeirense entra no metrô lotado de corintianos

Compartilhe


Torcedora do Palmeiras embarca na estação Corinthians-Itaquera logo após uma partida do rival e é alvo de brincadeiras

Um vídeo de uma torcedora palmeirense em meio a um bando de corintianos no metrô está fazendo muito sucesso na internet.

Os corintianos não perdoaram a “falha” da torcedora de entrar no metrô com a camisa do Palmeiras em dia de jogo do Corinthians em sua nova Arena e durante todo o tempo gritavam para ela “Você vai cair Porco”, em referência a má fase do rival.

As imagens foram captadas na última quarta-feira, após a vitória do Corinthians por 1 a 0 sobre o Atlético-MG pelo Campeonato Brasileiro. A torcedora entrou na estação Corinthians-Itaquera da Linha Vermelha e apesar de ter levado na brincadeira os gritos, desceu uma estação depois, em Arthur Alvim.

15 de setembro de 2014

Roubos no metrô e na CPTM crescem 39,5% em São Paulo

Compartilhe
Ataques contra passageiros subiram de 177 para 247, na comparação entre este ano e 2013, diz SSP
O número de roubos registrado dentro das estações e trens do metrô e da CPTM disparou nos primeiros sete meses deste ano. De acordo com dados da SSP (Secretaria da Segurança Pública), foram 247 casos entre janeiro e fevereiro, ante 177 no mesmo período de 2013. Uma alta de 39,5%.

Os meses que mais tiveram roubos denunciados foram fevereiro (45) e abril (41). O professor de Educação Física Guilherme Gomes, de 22 anos, relata o ataque sofrido na linha 3-Vermelha do metrô. "Colocaram uma faca na minha barriga quando saía de um vagão no Brás para roubar meu celular. Como era no horário de pico, ele conseguiu escapar. Acionei os seguranças, mas não teve jeito", diz Gomes.

Só dentro do metrô, que ontem completou 40 anos de operação, o número de roubos a mão armada cresceu 18,6% entre janeiro e julho. Os dados foram obtidos pelo por meio da Lei de Acesso à Informação.

Enquanto nos sete primeiros meses do ano houve 89 registros por parte de passageiros na Delpom (Delegacia de Polícia do Metropolitano), no mesmo período do ano passado foram 75.
Em nota, a Secretaria dos Transportes Metropolitanos afirma que o número de roubos na malha metroferroviária aponta para uma estabilidade. O órgão afirma que segue investindo em segurança. "Metrô e CPTM disponibilizam mais de 2,6 mil agentes de segurança e quase 5 mil câmeras monitoramento. Os equipamentos são integrados aos Centros de Controle de Segurança, conectados à Central de Operações da Polícia Militar."

O passageiros podem denunciar atitudes suspeitas pelo SMS-Denúncia: 9-7233-2252 (Metrô) e 9-7150-4949 (CPTM).

'Está longe do ideal'*
"Este aumento é reflexo da criminalidade em todo o Estado, que também está aumentando. O que quero dizer é o seguinte: o metrô e a CPTM não ficam aparte do Estado, sendo assim, os números só demonstram o que vive São Paulo atualmente. O principal agravante do índice é que são roubos. Os furtos, quando uma pessoa é roubada sem perceber, são ainda maiores.

Além disso, um outro fator que facilita o crescimento do número de roubos é que dentro do metrô e da CPTM, o registro da queixa é mais rápido do que na periferia, por exemplo. Porque assim que a vítima é assaltada, há sempre um agente próximo para atendê-la. Nos extremos da cidade, a pessoa tem que se dirigir até uma delegacia ou ligar para que um policial militar vá até o local para atender a solicitação."

Análise - 'Números aceitáveis'*

"Com base nos números informados, posso avaliar que a segurança no metrô e na CPTM é eficiente. Tendo como referência o volume de pessoas transportadas diariamente, o número de roubos é aceitável. Claro que não posso afirmar que é o ideal, já que o ideal é que não haja roubos.
Agora, temos que avaliar bem: analisando uma cidade como São Paulo, que é perigosa, e um meio de transporte que move tantas pessoas como o metrô, os números da criminalidade dentro das composições e plataformas estão em uma margem aceitável.

Conheço muito bem as seguranças que cuidam do metrô e da CPTM. São muito bem treinados e capacitados. E sabemos que a população paulistana colabora muito também. Não há motivo para preocupação."

Fonte: Jornal Metro

Ministério Público investiga contrato da Linha-6 do Metrô de São Paulo

Compartilhe

A Promotoria quer saber se há irregularidades nas desapropriações para a construção do ramal

O Ministério Público Estadual abriu inquérito para investigar suposta ilegalidade no contrato para a construção da Linha 6-Laranja do Metrô.

A Promotoria quer saber se há irregularidades nas desapropriações para a construção do ramal, pagas pelos cofres públicos, apesar de o empreendimento ser tocado por um consórcio privado. Elas custarão R$ 673,6 milhões. O governo nega problemas.

Para o promotor de Justiça e Patrimônio Público e Social Valter Foleto Santin, o fato de a Secretaria Estadual dos Transportes Metropolitanos ter transferido à Concessionária Move São Paulo a responsabilidade pelas desapropriações "pode ferir os princípios de legalidade, moralidade, impessoalidade, proporcionalidade, razoabilidade, além de outros princípios orçamentário e financeiro de gasto regular de recursos públicos".

Ele argumenta que há risco de "prejuízo ao patrimônio público e social, de interesse difuso ou coletivo". O promotor lembra que a Move São Paulo - formada por Odebrecht, Queiroz Galvão, UTC Participações e Fundo Eco Realty - "moveu inúmeros processos de desapropriação perante Varas da Fazenda Pública da Capital, com dezenas de decisões desfavoráveis".

Reportagem do Estado publicada no início do mês mostra que, das 371 ações ajuizadas pela concessionária para as desapropriações, 180 foram consideradas ilegais por 14 juízes de primeira instância. Em muitos casos, os magistrados sequer julgaram o mérito dessas ações, pois entenderam que havia "vício de origem". Isso, porque, em seu entendimento, o contrato assinado em dezembro de 2013 entre o governo e o consórcio privado fere a Lei Federal 8.987/95 e a Lei Estadual 7.835/92, que versam sobre concessões e permissões públicas.
As duas leis determinam que, em caso de o poder concedente delegar as desapropriações à concessionária, é a iniciativa privada que deve fazer o pagamento, com recursos próprios.

Contudo, a Secretaria dos Transportes Metropolitanos informa que duas Câmaras de Direito Público do Tribunal de Justiça reconheceram "a legitimidade da concessionária na condução do processo de desapropriação de áreas para a construção da Linha 6-Laranja". Segundo o texto, "o Estado tem o poder de desapropriação, pois os terrenos (...) serão incorporados ao patrimônio público quando o período de 25 anos de concessão com a iniciativa privada for encerrado".

Para o promotor Santin, resta saber "qual é a vantagem do Estado em permitir à concessionária litigar em nome próprio para definir indenização a ser suportada pelo Estado". Ele lembra que isso reduz a "autonomia de atuação do Estado em defesa do seu direito". Após ser oficiado pelo MPE, o governo Geraldo Alckmin (PSDB) terá 15 dias para enviar esclarecimentos à Promotoria. A juíza Luíza Barros Rozas, da 1o.ª Vara de Fazenda Pública, foi uma das que avaliaram como irregular o contrato e chegou a questionar o motivo pelo qual o governo Alckmin transferiu o litígio judicial das desapropriações para terceiros.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Agência Estado: Caio do Valle

Falha prejudica a circulação de trens da linha 7-Rubi

Compartilhe

Dia será ensolarado e não há previsão de chuva; temperatura máxima prevista é de 32º C

Os trens da linha 7-Rubi da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) circularam com velocidade reduzida entre as estações Luz e Francisco Morato na manhã desta segunda-feira (15).
O problema foi causado por uma falha em um trem na estação Pirituba. Os passageiros tiveram que desembarcar e a composição deve ser recolhida. A falha foi normalizada por volta das 8h20.

Já os ônibus municipais e intermunicipais funcionam normalmente, de acordo com com a SPTrans (São Paulo Transporte) e a EMTU  (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos). Os trens do metrô também operam regularmente e sem incidentes desde o início da operação.

O dia começa com céu aberto. Os termômetros oscilam em torno dos 15º C. Durante o dia, o sol eleva as temperaturas e a máxima pode superar os 32º C. Não há previsão de chuva.   

De acordo com a última atualização da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), o Sistema Cantareira, que abastece grande parte da Capital Paulista, está com 9,2% da capacidade de armazenamento. Uma queda de 0.5% em relação à medição da última sexta-feira (12).  

R7
Foto: Thabata Larissa

As notícias veiculadas acima, na forma de clipping, são acompanhadas dos respectivos créditos quanto ao veículo e ao autor, não sendo de responsabilidade do blog Diário da CPTM.