5 de julho de 2015

Só ônibus articulado vai circular em corredor de SP

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O novo formato de concessão de ônibus vai aumentar de oito para 27 áreas de atuação das empresas que prestam transporte público em São Paulo e terá três tipos de sistemas de operação. 

O sistema estrutural, que abrange apenas os corredores da capital, será dividido em cinco lotes, enquanto o sistema local, dentro dos bairros, operados pelas cooperativas, terá um total de 13 áreas. 

A novidade está em um sistema batizado de grupo local de articulação regional, composto por nove lotes. As informações foram publicadas em um decreto do prefeito Fernando Haddad (PT), no "Diário Oficial" da sexta-feira, 3.

No atual formato, cada um dos oito lotes de concessão pode ser operado por mais de uma empresa. 

Agora, a Prefeitura vai exigir que as empresas formem sociedades para que apenas um grupo empresarial seja responsável por cada uma das áreas. O novo formato de operação, no sistema local de articulação, serão permitidos apenas ônibus do tipo "padron". Eles não poderão mais entrar em corredores. Com isso, a Prefeitura pretende diminuir a sobreposição de linhas nas faixas exclusivas à esquerda, deixando os corredores livres apenas para os ônibus do tipo superarticulado.

De acordo com Francisco Christovam, presidente do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de São Paulo (SP-Urbanuss), isso vai aumentar a velocidade dos ônibus nos corredores. "Uma linha que, por exemplo, sai de Pinheiros e vai para o Terminal Bandeira não pode usar o corredor, vai ter que ir por dentro, por outros caminhos. Hoje, isso não acontece", afirmou.
Com isso, segundo ele, os passageiros serão obrigados a fazer baldeações.

Ele também usou com exemplo o corredor da Avenida Rebouças. De acordo com Christovam, são mais de 20 linhas de ônibus no eixo. O ideal, de acordo com ele, é que se tenha quatro ou cinco linhas. Portanto, nos bairros ficarão ônibus pequenos, as áreas mais densas que passam perto de estações de Metrô e atravessam os corredores ficarão com ônibus médios, enquanto às faixas exclusivas serão para o veículos articulados.

Centro de controle

Ainda de acordo com o decreto, as empresas serão responsáveis por formar uma sociedade jurídica e criar um Centro de Controle Operacional (CCO). Para o presidente da SP-Urbanuss, este é o maior avanço do decreto. "Não tem cabimento 14 mil ônibus circularem na cidade de São Paulo sem acompanhamento em tempo real, para saber se os veículos estão muito carregados, presos no trânsito, atrasando partidas", afirmou. 

O desejo das empresas é que, além de representantes das garagem, o CCOs também tenham agentes da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), da São Paulo Transportes (SPTrans), da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. Como os veículos terão computadores de bordo, uma das exigências da Prefeitura para a concessão, os centros poderão saber a velocidade média de cada um dos ônibus. Caso as partidas dos terminais estejam atrasando, o CCO entra em contato com os motoristas e fiscais para normalizar a situação.

Remuneração

A forma de remuneração também será alterada na nova concessão, que terá um prazo de validade de 20 anos. O decreto não detalha custos e repasses - isso será determinado pelo edital de concorrência que será publicado nos próximos dias. No entanto, as pesquisas de satisfação dos passageiros devem influenciar nos repasses feitos pela Prefeitura. "Estimula a empresa a buscar a produtividade, atender melhor o passageiro. Temos absoluta consciência de que o serviço não feito não precisa ser pago. Mas o Poder Público não pode exigir velocidades mal dimensionadas", afirmou o presidente da SP-Urbanuss.

Uol

SP  quer ônibus com padrão de metrô

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Prefeitura promete aumentar o número de viagens em 24%

São Paulo - O novo modelo de concessão de ônibus da capital apresentado ontem pela Prefeitura de São Paulopretende "metronizar" os coletivos, com mais assentos para passageiros e velocidade superior à atual nos corredores.

Se por um lado o formato apresentado deve reduzir a frota em mil veículos, passando a menos de 14 mil, por outro a Prefeitura promete aumentar o número de viagens em 24% e criar 151 mil novos assentos.

O secretário municipal de Transportes, Jilmar Tatto, acredita que o novo modelo não entrará em funcionamento até o fim de 2016, quando se encerra a gestão Fernando Haddad (PT). "Isso passa para as próximas gestões", afirmou.

A Prefeitura de São Paulo deve lançar a minuta do edital na semana que vem. A partir da data de publicação, o processo estará aberto para consulta pública por 30 dias. A licitação está estimada em ao menos R$ 140 bilhões, por 20 anos.

A Prefeitura não informou se o modelo reduzirá o número de linhas - hoje são 1.386. "É uma reorganização. Aumenta os assentos e diminui o número de veículos. Vai atender melhor.

O ideal, tanto quanto possível, é aproximar do padrão do metrô", disse Haddad. Com a redução no número de veículos, a previsão do prefeito é de que a velocidade nos corredores de ônibus ultrapasse a média atual de 20 km/h.

O secretário Tatto afirmou que empresas internacionais já manifestaram interesse em concorrer, mas não quis dar detalhes. Haddad lembrou que, para estimular a concorrência, a Prefeitura removeu "todos os obstáculos possíveis". A gestão vai desapropriar cerca de 50 garagens usadas pelas empresas de ônibus, por exemplo, e repassá-las aos vencedoras da licitação.

Centro de controle

As empresas serão responsáveis por formar uma sociedade jurídica e criar um Centro de Controle Operacional (CCO). Do ponto de vista da Prefeitura, o CCO é uma das principais vantagens do novo modelo de concessão.

Embora seja um investimento das empresas, o centro será monitorado também por uma equipe da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e da São Paulo Transporte (SPTrans), segundo o secretário Tatto.

Para o presidente da SPUrbanuss, sindicato que representa os donos das empresas, Francisco Christovam, também se trata do maior avanço do decreto.

"Não tem cabimento 14 mil ônibus circularem em São Paulo sem acompanhamento em tempo real, para saber se os veículos estão muito carregados, presos no trânsito, atrasando partidas", afirmou.

O desejo das empresas é que, além de representantes das garagens, os CCOs tenham agentes da CET e da SPTrans, além da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. Como os veículos terão computadores de bordo e GPS, uma das exigências da Prefeitura para a concessão, os centros poderão saber a velocidade média de cada veículo. Caso as partidas dos terminais estejam atrasando, o CCO entrará em contato com os motoristas e fiscais para normalizar a situação.

A promessa da Prefeitura era de que o edital fosse lançado em maio, com término do processo marcado para junho. O procedimento foi feito em meio a suspeitas por parte do Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores do Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo (Sindimotoristas) de que o novo sistema cortará o número de postos de trabalho, uma vez que prevê a redução de veículos em circulação. A gestão Haddad negou que o modelo provoque desemprego no setor.

Segundo Tatto, os trabalhadores não serão prejudicados, porque as vencedoras da licitação terão de readmiti-los.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Haddad publica regras que alteram organização das linhas de ônibus

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Decreto cria bases para prestação do serviço pelos próximos 20 anos. 
Remuneração levará em conta pesquisas de satisfação dos usuários.

A Prefeitura de São Paulo publicou na sexta-feira (3), no Diário Oficial, um decreto com as regras da licitação que vai reorganizar completamente o serviço de ônibus da cidade pelos próximos 20 anos e trará alterações para os cerca de 10 milhões de passageiros que usam o serviço todos os dias. A consulta pública para a licitação será lançada nos próximos dias.

O decreto do prefeito Fernando Haddad (PT) mescla indicadores para a remuneração das empresas. Eles incluem gastos para a operação, número de passageiros, qualidade de serviços - que será medida com pesquisas de satisfação - e ganho de produtividade.

No atual contrato, a opinião dos usuários não é um quesito para a remuneração das empresas. Segundo a SPTrans, atualmente as concessionárias recebem por passageiro transportado, ou por quantas vezes a catraca é girada nos coletivos - os não-pagantes também entram na conta para o repasse.

A remuneração também está ligada ao tipo de veículo que a empresa opera (um biarticulado, por exemplo, tem custo superior a um coletivo menor).

Segundo o documento publicado nesta sexta, será observada "a qualidade dos serviços ofertados, medida por meio de indicadores de desempenho operacional e por meio de pesquisas de satisfação dos usuários, conforme critérios a serem estabelecidos no edital e nos contratos de concessão". Os cálculos específicos para a remuneração de cada empresa, no entanto, deverão ser divulgados apenas nos editais de licitação.


Aumento das viagens

O projeto prevê aumentar a oferta de viagens em 24% e o número de assentos disponíveis em 13%. A cidade deve ganhar um número maior de ônibus de grande porte que circularão por faixas exclusivas e corredores. Linhas locais saindo dos bairros vão alimentar o sistema.
Tudo será controlado eletronicamente por dispositivos eletrônicos instalados nos ônibus e por um centro de controle a ser construído pelas empresas. As ganhadoras da licitação serão aquelas que se propuserem a trabalhar com a menor taxa de retorno.

Embora não tenha todos os corredores exclusivos previstos prontos, a Prefeitura afirma que as faixas exclusivas já garantem velocidade acima de 20 km/h. As empresas ganhadoras da licitação também terão direito a ficar com as garagens hoje existentes desapropriadas pela Prefeitura.

Divisão das linhas

As empresas que serão contratadas terão de oferecer linhas estruturais, regionais e locais. Já a cidade, que hoje é dividida em nove áreas que têm como marca uma determinada cor nos ônibus, passará a ter diferentes configurações dependendo do tipo de linha.

No total, a Prefeitura de São Paulo vai licitar 27 lotes para a iniciativa privada. Empresas estrangeiras poderão participar da disputa.

A rede “estrutural” será responsável por linhas que ocuparão as maiores avenidas da cidade e que ligarão os bairros da cidade e vão conectar a periferia ao Centro. Elas ocuparão, por exemplo, os grandes corredores de ônibus da cidade, como o das avenidas Santo Amaro e Nove de Julho. Neste serviço, a cidade estará dividida em quatro grandes regiões (Leste, Oeste, Norte e Sul). Essas regiões agrupam os 20 setores nos quais a cidade foi dividida para a licitação.

A cidade terá também uma rede que será chamada de “articulação regional”, que vai ligar bairros e centralidades de interesse regional e ainda bairros ao Centro sem passar pelas grandes avenidas do município. Além disso, uma rede de distribuição local atenderá a população nas ruas menores dentro dos bairros.

A licitação deveria ter sido feita em 2013, mas o prefeito Fernando Haddad (PT) resolveu cancelar a disputa em meio aos protestos de rua pela suspensão do aumento de R$ 0,20 na tarifa dos  ônibus e do Metrô. A licitação anterior, feita pelo governo Marta Suplicy em 2003, foi prorrogada. 

Após junho de 2013, a Prefeitura de São Paulo fez uma auditoria dos contratos de ônibus.  A empresa de consultoria Ernst&Young, contratada para o trabalho, concluiu que a Prefeitura de São Paulo tem potencial de economizar 7,4% dos gastos do atual contrato.

Subsídios

O prefeito Fernando Haddad evitou falar sobre aumento ou redução no valor das passagens ou sobre uma eventual queda do subsídio pago pela Prefeitura às empresas de ônibus.

Ele explicou que, na licitação de 2004, a taxa de retorno (lucro sobre o investimento e não sobre o faturamento) era de 15% e na nova licitação deve ser rebaixada para menos de 10%.

"Nós queremos trazer essa TIR [Taxa Interna de Retorno] para um dígito. A TIR máxima prevista no edital será de 9,9%. Esse é o teto que nos vamos admitir."  Haddad disse que, além disso, a Prefeitura busca estimular novos concorrentes ao abrir a possibilidade de que eles comprem as garagens atuais para estacionar. "Isso é para evitar o que a gente chama barreira à entrada. São essas medidas que vão garantir uma concorrência mais robusta."

Tipos de linhas

Veja abaixo os modelos de atuação das novas empresas:

1) Linha local de distribuição (ex: ruas menores de bairros): farão o atendimento nos bairros. Poderão ter traçado bidirecional (sai e volta para o terminal), ou com traçado circular. O objetivo é atender as pessoas que as vezes querem sair de um bairro e ir para o outro, sem a necessidade de irem para o centro.

2) Linhas estruturais radiais (ex. corredores de ônibus/faixa exclusiva): elas devem interligar regiões da cidade, ter trajeto mais simples e atender maior demanda, com intervalos menores e apresentar veículos com mais capacidade.

3) Linhas estruturais perimetrais (ex: avenidas com faixas exclusivas ou não): devem ter articulação entre regiões, ligação com corredores radiais e ligação entre centralidades urbanas.

4) Linhas de articulação (ex: ruas largas de articulação locais): serão linhas para ajudar aquele passageiro que tem dificuldade para se deslocar a pé entre um ponto de parada ou outro. Essas linhas devem ligar regiões da cidade, ter uma maior cobertura de território, atender média ou baixas demandas, com intervalos maiores e apresentar veículos de menor capacidade.

G1
Márcio Pinho e Roney Domingos

Opinião do passageiro vai influenciar pagamento a empresa de ônibus de SP

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O objetivo é poder remunerar de forma diferente linhas que são importantes mas que têm baixa

Os passageiros de ônibus vão decidir em parte qual será a remuneração das empresas que vencerem a licitação para operar o transporte público de São Paulo nos próximos 20 anos.

De acordo com decreto publicado nesta sexta-feira (3) no "Diário Oficial", a opinião dos usuários vai entrar no cálculo do que os empresários vão receber do poder público.

Atualmente, os pagamentos são baseados apenas no número de passageiros transportados.

De acordo com o decreto, assinado pelo prefeito Fernando Haddad (PT), a satisfação dos usuários em relação à qualidade do serviço será identificada por meio de pesquisas.

Os critérios e o peso dessas opiniões serão definidos no edital da licitação que ainda será publicado pela prefeitura. Segundo o secretário dos Transportes, Jilmar Tatto, a ideia é que avaliação dos passageiros influencie cerca de 10% da remuneração.

A forma de repasse de verba pública às concessionárias será revisto a cada quatro anos de contrato. O município também vai usar indicadores de custos operacionais e a eficiência das empresas para calcular os pagamentos.

O objetivo é poder remunerar de forma diferente linhas que são importantes mas que têm baixa demanda (como as da madrugada) e conceder bônus de desempenho às empresas que conseguirem prestar o mesmo serviço com um custo menor.

A licitação vai dividir a cidade em 27 lotes de linhas em toda a cidade, ao invés das nove atuais, com três tipos de operação. O primeiro é o "local", que vai atuar dentro dos bairros, com veículos menores e micro-ônibus.

O segundo será chamado de "alimentador" e será responsável por levar os passageiros dos bairros até os corredores de alta circulação, além de estações de trem ou metrô.

O último é o sistema "estrutural", que vai operar em grandes corredores e avenidas com a função de levar muitos passageiros, geralmente em veículos articulados ou biarticulados, até a região central.

As linhas foram separadas nas categorias dia útil, horário de pico, domingo e madrugada para personalizar esses atendimentos. A rede noturna foi a primeira a ser implantada na cidade, em fevereiro, e conta com 151 linhas.

Correio do Estado

3 de julho de 2015

Obras de modernização alteram circulação dos trens da CPTM

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Neste fim de semana, 4 e 5 de julho, a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) prosseguirá com as obras de modernização e manutenção preventiva em suas linhas. Por isso, os trens circularão com maiores intervalos em trechos e horários específicos. Confira a programação e antecipe sua viagem:

Linha 7-Rubi (Luz – Francisco Morato – Jundiaí)

Domingo: das 4h à meia-noite, a circulação ficará interrompida entre as estações Pirituba e Caieiras, em razão de manutenção no sistema de rede aérea. Para atender aos usuários, serão disponibilizados ônibus de conexão. As senhas para utilização dos coletivos deverão ser retiradas nas estações.  O intervalo médio será de 21 minutos entre Luz e Pirituba, e de 25 minutos entre Caieiras e Jundiaí.

Linha 8-Diamante (Júlio Prestes – Itapevi – Amador Bueno)

Domingo: das 4h à meia-noite, serão realizados serviços no sistema de rede aérea na região da Estação Palmeiras-Barra Funda. 

Das 9h às 19h, os serviços estarão concentrados nos equipamentos de via permanente entre as estações Lapa e Imperatriz Leopoldina.

O intervalo médio será de 24 minutos entre Júlio Prestes e Itapevi, das 9h às 19h. Nos demais horários, o intervalo será de 13 minutos.

Linha 9-Esmeralda (Osasco – Grajaú)

Sábado: a partir das 23h até o encerramento da operação comercial, haverá intervenções nos equipamentos de via permanente entre as estações Presidente Altino e Ceasa. O intervalo médio será de 20 minutos em toda a linha.

Domingo: a partir das 23h até o encerramento da operação comercial,os serviços nos equipamentos de via permanente serão retomados, no trecho entre Hebraica-Rebouças e Cidade Jardim. O intervalo médio será de 20 minutos em toda a linha.

Linha 11-Coral/ Expresso Leste (Luz – Guaianases)

Domingo: das 8h às 16h, ocorrerão intervençõesnos equipamentos de via permanente entre as estações Luz e Brás.

Das 4h à meia-noite, o intervalo médio será de 15 minutos entre as estações Luz e Guaianases, devido às obras da nova Estação Suzano, na extensão da Linha 11.

Linha 11-Coral/ Extensão (Guaianases – Estudantes)

Domingo: das 4h à meia-noite, em razão das obras deimplantação da nova Estação Suzano, o intervalo médio será de 22 minutos entre as estações Guaianases e Estudantes.

Linha 12-Safira (Brás – Calmon Viana)

Domingo: das 4h à meia-noite, a circulação ficará interrompida, em função dos serviços no sistema de rede aérea e nos equipamentos de via permanente. Para atender aos usuários, serãodisponibilizados ônibus de conexão, que percorrerão os seguintes itinerários:

 
·          Tatuapé – Itaim Paulista: os ônibus farão paradas intermediárias paraembarque e desembarque nas estações USP Leste e São Miguel Paulista.

 ·          Itaim Paulista – Poá: os ônibus farão paradas intermediárias paraembarque e desembarque nas estações Itaquaquecetuba e Aracaré.

 ·          Brás – Tatuapé: os usuários deverão utilizar os trens doExpresso Leste, na Linha 11-Coral.

Desafio : a CPTM ressalta que executar as obras de modernização, mantendo simultaneamente o atendimento aos usuários, é um grande desafio. As ações exigem medidas como promover intervenções em horários de menor movimentação de passageiros aos finais de semana, feriados e madrugadas.

Emcaso de dúvidas ou informações complementares, a CPTM coloca à disposição o Serviço de Atendimento ao Usuário:0800 055 0121.

As notícias veiculadas acima, na forma de clipping, são acompanhadas dos respectivos créditos quanto ao veículo e ao autor, não sendo de responsabilidade do blog Diário da CPTM.
A transferência entre linhas é garantida desde que o usuário esteja em sua última estação de transferência até as 00h.
Funcionamento das estações: das 4h às 00h (segunda a sexta e domingos) e das 4h à 1h (sábados)
.
OBS: último trem do terminal de Jundiaí para Francisco Morato tem partida programada às 23h30.